Fed eleva juros a 4% e projeta ciclo mais longo: o choque nos mercados
A alta de 25 bps já estava precificada, mas a revisão nas projeções e o tom hawkish empurraram os yields acima de 5% e reabriram o debate sobre a taxa terminal.
Ler matéria →A alta de 25 bps já estava precificada, mas a revisão nas projeções e o tom hawkish empurraram os yields acima de 5% e reabriram o debate sobre a taxa terminal.
Ler matéria →A volta do prêmio de risco no Estreito de Ormuz impulsiona a energia e eleva os yields dos Treasuries, forçando Wall Street a recalibrar apostas sobre a taxa de juros do Fed.
Wall Street opera sob forte aversão ao risco com a disparada da energia e a alta nos rendimentos dos Treasuries, reacendendo o temor de aperto monetário pelo Fed.
Mercados operam com cautela à espera de sinalizações sobre juros e inflação, enquanto Treasuries sobem e ações de tecnologia recuam.
Em relatório a investidores globais, o banco rebaixa a recomendação de ações brasileiras e traça um cenário de estresse com juros em 18% e queda acentuada na Bolsa em dólares.
Projeções robustas da gigante de semicondutores e disparada da Salesforce aliviam temores sobre o capex em tecnologia, enquanto Wall Street volta o foco para Jackson Hole.
Mesmo com receita de US$ 96,2 bilhões e guidance forte, a gigante da IA viu suas ações cederem no after-market diante da compressão de margens e do salto nos custos de suprimentos.
Com expectativas de receita dobrada, foco do mercado se volta ao guidance de Jensen Huang e à sustentabilidade dos gastos com infraestrutura tecnológica.
Embora o dado agregado tenha ficado em 1,5% no segundo trimestre, a demanda doméstica privada cresceu 4,2%, afastando temores de recessão e contendo o ímpeto de cortes de juros.
O núcleo da inflação atingiu 3,3% em doze meses enquanto os gastos reais das famílias pararam em julho. A combinação reduz o ímpeto dos mercados e reforça a cautela do banco central americano.
Investidores monitoram a inflação favorita do Fed e os números da gigante de IA, enquanto a pressão sobre os Treasuries dita o ritmo de aversão a risco.
O recuo do Brent arrefece temores inflacionários imediatos e impulsiona os futuros em Wall Street, mas Nvidia e Jackson Hole mantêm a cautela no radar.
O índice SOX despenca perto de 4% e puxa tecnologia para o terreno negativo, mas resiliência das gigantes e busca por ouro desenham um estresse concentrado em semicondutores.
Mercados abrem em cautela à espera de dados cruciais de inflação, balanço de semicondutores e sinalizações do Federal Reserve para definir o rumo dos índices.
Em meio à volatilidade dos Treasuries e tensões geopolíticas, Wall Street encara uma maratona decisiva com dados de inflação, balanço de IA e sinalizações do Federal Reserve.
O colapso nas negociações bilaterais resultou em tarifas de 50% sobre US$ 20 bilhões em produtos canadenses e retaliações iminentes, reacendendo riscos inflacionários e de custos industriais nos EUA.
A corrida por infraestrutura de inteligência artificial já movimenta centenas de bilhões em dívida corporativa, elevando o custo de capital e pressionando o retorno exigido por Wall Street.
A alta no custo de servidores da Nvidia, a pressão geopolítica sobre o petróleo e a resposta tarifária do Canadá configuram um coquetel inflacionário para os mercados de Nova York.
Balanços robustos impulsionados por inteligência artificial e serviços em nuvem reacendem o apetite por risco em Wall Street.
A sinalização de cortes de juros pelo Federal Reserve redefine as apostas para o próximo trimestre, impulsionando ações de tecnologia e aliviando o rendimento das Treasuries.